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Resumo
Resenha de Sérgio Telles, Beatriz Mendes Coroa e Paula Peron (organizadores), Debates clínicos vol. 1, São Paulo, Blucher, 2019, 230 p.


Autor(es)
Claudio Castelo Filho Castelo Filho
é membro efetivo e analista didata da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, psicólogo pela USP, Full Member da International Psychoanalytical Association, mestre em Psicologia Clínica pela PUC-SP, doutor em Psicologia Social e professor livre-docente em Psicologia Clínica pela USP. Autor do livro O processo criativo: transformação e ruptura (2a ed. revisada, Blucher, 2015); autor e organizador do livro Sobre o feminino (Blucher, 2017).


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 LEITURA

“Debates clínicos”: em busca de uma conversa sem sectarismo [Debates clínicos vol. 1]

˜Clinic debates˜: looking for a conversation without sectarism
Claudio Castelo Filho Castelo Filho

Este livro apresenta uma coletânea de materiais clínicos de autores de diferentes orientações psicanalíticas, que foram comentados às cegas por outros psicanalistas de orientações diversas das dos apresentadores, na tentativa de desenvolver uma conversa de natureza científica entre as diversas correntes de trabalho, tentando quebrar o "enguetamento" e a construção de igrejas analíticas em que a própria ciência da psicanálise acaba prejudicada. Quem comentou não tinha informação da autoria do material clínico, no intuito de diminuir a prioris nos comentários, associados a filiações de grupos e de autoridades.

O livro inicia com uma apresentação de Sérgio Telles, que expõe a dificuldade de se publicar trabalhos clínicos da prática psicanalítica. Há o conflito entre a necessidade de manutenção de sigilo do paciente e a de desenvolvimento da ciência e prática psicanalíticas. As propostas de disfarce da identidade do paciente e de distorções do que aconteceu durante os atendimentos podem comprometer a consistência e relevância do que é narrado, segundo ele, e, ao mesmo tempo, se revelar inúteis. Por outro lado, há o conflito com a manutenção do caráter confidencial do que os analisandos expõem de suas vidas. Como resolver esse paradoxo?

A importância de se contrapor as diferentes formas de abordagem psicanalítica torna essencial que as experiências clínicas dos analistas praticantes sejam publicadas, sobretudo dos mais experientes. Em geral, isso contrasta com o que costuma ocorrer, que é a exposição dos mais iniciantes, enquanto os que ocupam situações de maior status nas instituições psicanalíticas se esquivam, muitas vezes por questões políticas ou de manutenção de idealizações?- para que a atividade não se torne algo hermético e sem um real exame daquilo que se pratica de fato, enfraquecendo de forma substantiva o que seria uma atividade de caráter científico e não esotérico.

O primeiro caso, "O boneco assassino", é de Telles, que discorre sobre o atendimento de uma paciente em forte crise emocional após encontrar correspondência do marido, em que estaria implicada a infidelidade dele. A despeito de os cônjuges exercerem a mesma atividade profissional e de ela ter um veemente discurso de emancipação feminista, na prática, segundo o analista, o marido é o real provedor da casa, enquanto ela permanece ganhando muito aquém dele. Um sonho, que dá título ao caso, completa a descrição. A exposição de Telles privilegia os históricos de vida, a condição social e a frequência do atendimento da paciente?- uma vez por semana. Diante da situação de crise que a descoberta desencadeia, o analista propõe sessões extras para conter as angústias avolumadas da paciente. Supõe que o falicismo da paciente ocultaria fortes impulsos orais, que confirmaria um velho axioma teórico, que não deve ser desprezado.

Carlos G. Bigliani, como Telles, privilegia o conteúdo da fala da paciente nas interpretações que são sugeridas. Supõe um pacto de denegação entre terapeuta e paciente, que teria se instalado durante o mês que precedeu a "descoberta de traição", e que uma interpretação sistemática "kleiniana" da transferência teria encurtado o tempo para se chegar a essa negação.

Com Elizabeth e Elias Rocha Barros, o enfoque muda do conteúdo para o problema de desenvolvimento psíquico da paciente. Destacam a situação mental infantil dela, que acaba colocando o analista como autoridade. Ele não questiona essa condição e, dessa forma, evita o seu crescimento real. Consideram ser de grande relevância a alta frequência dos atendimentos, visto que uma frequência reduzida impediria o analista de dar interpretações mais contundentes e consistentes por medo e que desencadeariam nos analisandos, tornando o trabalho pouco promissor no que diz respeito ao real desenvolvimento mental deles.

O caso 2, "R.", é de autoria de Mario Eduardo da Costa Pereira, comentado posteriormente por Alcimar de Souza Lima e Marion Minerbo. Mario Eduardo C. Pereira narra sua experiência com um homem que chega para análise queixando-se de estar muito deprimido, prejudicado para exercer adequadamente suas funções de trabalho, temendo perder o emprego que conseguiu, um alto posto numa empresa, depois de ter vivido uma infância penosa com um pai alcoólatra e violento, que acabou morrendo indigente após a esposa ter se separado dele e resolvido criar os dois filhos sozinha, sendo ele o mais novo. Segundo o relato, o paciente se via preterido pela mãe em favor do irmão mais velho, que teria todas as regalias que essa poderia prover para seu desenvolvimento, enquanto que ele mesmo era percebido como um traste que não ia dar em nada e cuja educação recebida foi de escola pública, contrastando com a escola privada do irmão mimado e incensado pela mãe. A despeito dessa discrepância de tratamento, aos 19 anos o paciente casou-se com uma mulher mais velha e teve com ela uma filha. Graduou-se numa faculdade e teve uma carreira de ascensão meteórica, levando-o a um padrão de vida jamais pensado anteriormente?- e que temia perder caso sua situação mental perseverasse. Havia quinze anos que não via mais a mãe ou o irmão, e também fizera votos de jamais revê-los nem o maldito bairro pobre de onde saíra.

São contadas diversas etapas do atendimento, desde a primeira consulta até o momento em que o analista, considerando ter sido superada uma etapa do atendimento, propõe que o paciente passe a se deitar no divã. Essa mudança teria aumentado a possibilidade do analisando aprofundar suas memórias infantis e as vivências de ressentimento em relação à mãe e ao irmão. A esposa começar a trabalhar fora do lar seria o fator desencadeador de seu quadro, a despeito de posteriormente ser informado que ela já se queixava da depressão dele dez anos antes. É destacada uma sessão em que o analista chamou de turning point do atendimento.

Os comentários de Alcimar S. Lima enfocam a linguagem do paciente e do analista, chamando a atenção para a narrativa em que o paciente inicialmente é descrito apenas como R. e seu irmão tem um nome e um lugar de existência, Roberto. No decorrer do atendimento R., sem aviso, passa a ser Rui: é nomeado, portanto, segundo ele, passa a ter um lugar, uma existência, um nome. O enfoque tanto da narrativa da análise quanto dos comentários está no conteúdo do que diz o paciente, tomando como factuais as situações descritas por ele. Dos erres de R., Roberto e Rui são destacados, e também tanto pelo analista quanto pelo comentador, a presença da letra e nas falas de fracassado, ferrando, tramoia, tragédia, maltrato, maltratado... De acordo com o comentador, os sons trrr, rr exprimem rudeza, aspereza e agressividade. Pressupõe que o futuro dessa análise terá muita relação com o sadismo, o que levaria o paciente a temer o prosseguimento da análise, que tenderia a "ser intensa, pois tudo nela aponta para transbordamentos, essa mãe ttrrrágica, o pai distante muito agressivo e inadequado no contato com os familiares, o bairro simples em que viveu..." (p. 74).

Os comentários de Marion Minerbo consideram o material por duas formas. A primeira é a de que "o analisando enfrenta resistências, mas sustentado pela transferência, é capaz de rememorar cenas de sua história... Elementos inconscientes tornam-se, aos poucos, conscientes". O trabalho realizado, segundo Minerbo, estaria calcado na primeira tópica de Freud. A segunda forma propõe o sentido da palavra "cuidar" como sendo "o de atender as necessidades básicas do Eu?- aquelas que precisam ser atendidas para que o Eu possa se constituir". Baseia-se na ideia de Roussillon de "dificuldades de constituição do Eu que se manifestam como sofrimento narcísico-identitário". O paciente vai para análise para ser ajudado a que o seu Eu-sujeito nasça. Considera que a relação dele com a esposa seria a representação possível de um trauma precoce irrecuperável. Questiona a postura do analista em relação ao paciente de que ele renuncie ao desejo edipiano, visto que ele não estaria em condições de atendê-la.

O terceiro caso, "Antônio", é narrado por David Levisky. É um adolescente de 15 anos que se diz homossexual. Os pais se apresentam muito formais e aparentemente aceitam a situação do filho sem questionamentos, mas o analista os sente como falsos-selves. Durante os encontros que Levisky teve com Antônio, o percebeu como um rapaz muito inteligente, de modos femininos mas não afeminados, inicialmente de cabelos longos, depois cortados. Ocorre uma sucessão de entrevistas com o rapaz sem que se chegue a um contrato de trabalho propriamente. Muitas questões relacionadas à sexualidade dele são colocadas, assim como dúvidas quanto à sua real orientação sexual. O analista acaba pressionando para que se formalize um contrato de dois atendimentos semanais e encontra uma forte reticência por parte do rapaz e também de seu pai, que encerra o atendimento sem que o contrato seja feito e sem permitir que o adolescente possa vir se despedir do analista. Também interdita qualquer possibilidade de futuros contatos do analista com o filho.

Christian Dunker destaca uma dissintonia entre o que se apresenta ao analista e a atitude prática tomada por ele durante os atendimentos. O analista tentaria enquadrar os pais e o analisando para que agissem de uma forma que viabilizasse o atendimento analítico sem levar em conta as condições intrapsíquicas dos participantes, repetindo contratransferencialmente o drama de que foi chamado a pensar a respeito. Questões de ordem prática, como número de sessões e a tentativa de responsabilizar o adolescente para o pagamento do trabalho e o cuidado para preservá-lo, teriam desconsiderado as questões emocionais da família, que impossibilitariam que isso pudesse ocorrer no início do tratamento.

Flávio Ferraz considera que a importância dada ao enquadre seria uma necessidade de enquadrar a família do possível analisando e dele próprio àquilo que deseja o analista: a análise parecia ser algo que atenderia a um desejo explícito do analista, não assumido nem reconhecido pela família e pelo rapaz. O analista liga para a família após a primeira entrevista e não consegue esperar a iniciativa dela, da mesma forma que insiste com o analisando e com seus pais de que a análise seria a prioridade deles e na frequência que seria necessária, numa asserção que vem de fora para dentro e não por reconhecimento real da necessidade dos interessados. Essa linha de ação psicanalítica parece ter sufocado precocemente a análise incipiente que se esboçava.

Nos seus comentários, Flávio dá uma "alfinetada" no que considera ser uma submissão a uma abordagem "bioniana" do analista, que teria comprometido o atendimento. Esse foi o único ponto em todo o livro em que uma observação pareceu-me comprometida por um viés "partidário". Nos demais comentários, a despeito de diferenças de vértices, não me pareceu haver, de forma evidente, algo dessa natureza.

O caso 4 é "Luciano". Luiz Carlos Junqueira apresenta o atendimento de um cliente que o procurou após a perda do seu analista anterior, que havia mudado de cidade. Dizia necessitar de análise e se dispôs a vir a todos os horários em um atendimento de "alta frequência". Da aparente platitude inicial do analisando observada na experiência de análise, o analista passa a verificar a sinceridade, o empenho e o interesse real do analisando pela análise. Extratos de duas sessões são expostos. Junqueira destaca que, para ele, a análise é um trabalho de formiga, de garimpagem psicanalítica e braçal de separar o joio lógico e psico-lógico do trigo meta-psico-lógico.

Os comentários de Luis Claudio Figueiredo também propõem a "escuta" do texto, tal como se escutaria uma sessão analítica. A apreensão do material clínico privilegiada pelo analista destaca material não associativo, mas sobremaneira o que seria o estilo do analisando nos seus modos de se apresentar às sessões e de se colocar na vida na qual a "figura" vai se formando a partir de pinceladas que introduzem cores, matizes e nuances, como num quadro de Monet. Destaca que o analisando necessita da análise como um insuficiente renal precisaria de diálise e que o analista precisaria colocar vida no analisando da mesma maneira que a filtragem do sangue no procedimento médico. O analisando se beneficia, porém corre o risco, caso o analista não perceba, de ficar eternamente dependendo dessa diálise se o trabalho não evoluir para um crescimento do paciente que o leve a emancipar-se e contar consigo mesmo.

Nos seus comentários, Silvia Alonso menciona a importância do livro para abordar o estabelecimento de "escolas psicanalíticas" que se transformam em guetos que acabam fragmentando e enfraquecendo a psicanálise. Ela chama a atenção para os esforços do analisando não se ver separado do analista e as consequências danosas que a manutenção desse funcionamento poderia ter no psiquismo dele. A tentativa de identificação com o analista implicaria em algo transferencial não elaborado com a figura paterna. No final de seus comentários menciona que o setting a ser estabelecido exige conhecimento metapsicológico. Na última frase de seu comentário, porém, levanta uma séria questão: "o que entendemos por metapsicologia?"

O caso 5 é "O homem que ia ao bairro escuro". Rodolfo Moguillansky faz o extenso relato da análise de um europeu, Pierre, que o procura ao ser transferido para outro país a trabalho, considerando a possibilidade de desestruturar-se com a mudança, seguindo sugestão de seu analista no país de origem. O relato lembra certos filmes franceses, como Belle de Jour, em que um grande conflito é vivido na intimidade do paciente, entre o que seria o seu lado claro e seu lado escuro?- entre um sujeito de posições conservadoras e empresário, e outro mergulhado em atividades masturbatórias com prostitutas e vários tipos de fetiches e drogas, e entre trabalhar de forma lícita na empresa ou de sucumbir à corrupção a que era cooptado. Não há sessões relatadas, apenas as interpretações dadas pelo analista aos extensos relatos de ações e sonhos do analisando, em que o analista ressalta o conflito entre um lado ético-moral do paciente, que vive como tedioso, e outro "depravado" (esse termo é meu, para resumir o contexto) que experimenta como excitante.

Os comentários de Bernardo Tânis destacam a contribuições de MacDougall e Roussilon. Tânis propõe uma leitura complementar à do analista, em que o analisando não teve em sua infância e adolescência a "possibilidade de elaboração simbólica e de lutos em relação à constelação edípica. Cenas armadas por Pierre parecem estar no lugar de obturar um vazio subjetivo criado pela clivagem de uma parte significativa do eu. [...] a cena constuída por Pierre seria como um delírio, uma tentativa de cura enxertada".

Isabel de Viluttis comenta que o bairro escuro evidenciaria algo da ordem do traumático, da compulsão à repetição e da pulsão de morte que associa à vivência do paciente no quarto de seu pai alcoólatra, que dividia com seus irmãos homens (enquanto as irmãs dormiam com a mãe em outro aposento). Refere-se a conteúdos incestuosos relacionados ao pai que comprometem a instalação do Ideal de Eu e que tornam seu Supereu sádico e violento. Considera que é uma situação difícil para a clínica se o trabalho analítico não for orientado por uma procura desejante orientada pelo Ideal do Eu, mas por um mandato sádico superegóico.

O caso 6, "O guardião dos enigmas", é apresentado por Paulo de Carvalho Ribeiro. O analista expõe o caso de um paciente que o procura por ter a convicção de que a namorada o traiu com um amigo. Teria instalado um programa espião no celular dela, e registrado o momento em que tiveram relações sexuais numa gravação sonora, sem imagens. Ele ouvia obsessivamente a gravação infinitas vezes, tentando convencer-se da realidade da infidelidade. O foco nessa história foi a essência de quase todas as sessões. O analista considera que a tal gravação era uma espécie de "tesouro", que o paciente guardava e tentava impedir que se perdesse, salvando-o em inúmeras mídias diferentes. O paciente insistia para que o analista corroborasse sua teoria e insinuava-lhe o interesse de que ouvisse a gravação. Com o evoluir do tratamento e o convite para que o paciente usasse o divã, apareceram associações em que havia muito rancor e ressentimento em relação aos pais do paciente.

O analista considera que provavelmente fracassou no atendimento. Após as férias que ambos tiraram, o paciente voltou para três sessões, já avisando desde a primeira que estava interrompendo a análise e havia interrompido o namoro, pois ia mudar-se de cidade. Depois de ter-se ido, enviou para o analista um arquivo que conteria a tal gravação, para que ele a guardasse "em sua nuvem". O analista nunca o abriu, porém tampouco conseguiu apagá-lo, permanecendo como um guardião do enigma do paciente e, de certa forma, "tomado" por ele.

Miguel Du Pin e Almeida comenta que aprecia muito o trabalho de Ribeiro e propõe o analista como um guardião da "caixa de Pandora", que não abre. Sugere uma aproximação de casos-limite como este por meio de abordagem literária da afecção psicótica, que autorizaria um pouco mais de distância e de achatamento. Propõe que a "nuvem" do analista seria capaz de conter as hesitações e incertezas do paciente, sem que o analista enlouqueça, tornando-o "o fiel depositário do que não coube no paciente".

Lucia Fuks comenta que o aspecto cultural da sociedade burguesa, em que aparentar é mais importante do que ser, está presente na forma como o paciente fica obcecado com o que os outros pensam dele. Considera, por outro lado, que, ao não exigir que o analista ouvisse a gravação, ele inconscientemente queria ser decodificado e que, com o seu relato sendo ouvido milhares de vezes, conseguisse se assegurar de que contava com a escuta do outro, mais do que a reafirmação esperada de sua crença. Para ela, cabe a indagação de qual era a situação psíquica do paciente: "recalque do sentimento de culpa? Autorização ligada à presença de uma dupla moral burguesa?"

Ao iniciar a leitura do livro, temi ver-me em uma situação complicada. Teria capacidade, eu mesmo, de alcançar e compreender abordagens que seriam muito diferentes das que pratico? Preconceitos de vértices teóricos me impediriam uma leitura não enviesada? Entretanto, minha experiência foi de uma leitura bastante agradável, fluida e instigante, na qual pude me perceber tirando proveito de abordagens diversas, que me trouxeram elementos enriquecedores para pensar. Verifiquei uma atitude bastante respeitosa por parte dos comentadores em relação aos apresentadores, em que colocam suas eventuais dissonâncias ou convergências sem que houvesse uma postura de superioridade ou sarcasmo em relação a leituras da psicanálise que não as suas, não repetindo situações que amiúde lembram mais guerras entre torcidas de futebol ou de fundamentalistas religiosos (com uma única exceção que mencionei mais acima, em que um tom partidário pareceu vir rapidamente à tona, sem, contudo, comprometer a qualidade do resto das observações desse comentador). Achei uma excelente iniciativa e espero que outras estejam a caminho.

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